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Editorial: Os “Coelho” e outras forças políticas não mostraram tanta influência no Sertão do Araripe


O

s resultados do segundo turno das eleições nos municípios do Sertão do Araripe não foram suficientes para mostrar o poder de fogo dos “Coelho” e outras forças políticas aliadas. No primeiro turno sendo majoritário em Araripina, Ouricuri, Santa Filomena e Trindade não conseguiu nem nessas cidades fazer a transferência de votos. Em Araripina, Ouricuri e Santa Filomena Marília Arraes superou a força dos “Coelhos”, além de conseguir a proeza de vencer em quase todas as cidades, com exceção apenas de Trindade que Miguel Coelho conseguiu garantir a transferência dos votos, contando com a força política da prefeita Helbinha Rodrigues para Raquel Lyra. 

O grande imbróglio político foi em Araripina, onde o rompimento do prefeito Raimundo Pimentel com o Grupo Coelho criou um sinal de alerta logo no primeiro turno, já que a primeira dama Socorro Pimentel concorria a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado – ALEPE e os ânimos mexeram com toda dinâmica quando um certo distanciamento dos ex-aliados não podia ser vantajoso para garantir a eleição de Socorro e as promessas de retaliação já criava um acirramento político paroquial. Socorro foi eleita e majoritária em Araripina e no segundo turno com o grupo se unindo em torno da candidata Marília Arraes (SD) só se provou que não houve esfacelamento e nem dissidências. 

A promessa era de 20 mil votos para a candidata do Solidariedade em Araripina e as perspectivas com o resultados das urnas (22.485 votos) só reforçaram a força da união do grupo. 

A outra prova de fogo e a esperança de garantia de assegurar uma vaga na Alepe, pode ser frustrante para a candidata do Progressistas, Roberta Arraes. Como ela vai provar que tem força nos municípios do Araripe se essa força não foi provada nas urnas? 

Aguardemos.

  

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