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E agora? Continuaremos uma Capitania Hereditária dos Campos ou as oposições vão acabar com o ciclo socialista em Pernambuco?


A

gora é fato que a tal da Federação Partidária, que como disse o pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT), que também é farinha, já é uma decisão que deixa o eleitor preso nos “currais” como “gados marcados”, que é o caso explícito de Pernambuco, a federação que já virou e vai continuar sendo a “Capitania Hereditária dos Campos”. E o nome do vaqueiro para tanger esse gado das terras dos Altos Coqueiros já tem nome: Danilo Cabral – o queridinho da Coroa Pernambucana, da Rainha Renata e do Príncipe João Campos, mesmo tendo outro na lista de sucessão, o deputado federal Tadeu Alencar, o preferido do governador Paulo Câmara, mas ele deve enfrentar uma pedreira para convencer a monarquia aliada. 

Danilo Cabral já ocupou vários cargos públicos em Pernambuco e diretamente era o homem de confiança de Eduardo Campos e quando assumiu o TCE-PE, foi através de um concurso realizado pelo próprio tribunal, Só para demonstrar como é que funciona a máquina administrativa no estado, quando é para favorecer os socialistas e aliados, e como o projeto de poder deles se encaminha para ser concretizado, agora com o aval do ex-presidiário e ex-presidente Lula e sua horda de petistas. Pernambuco agradece. 

Na contramão dessa “aliança nefasta” ainda paira sobre nós pernambucanos de bom senso, muitas dúvidas de como vai continuar se comportando as oposições ao projeto de poder socialista: tentando convencer o eleitor de que é preciso dividir o palanque para preparar o bote em um provável segundo turno, se acontecer? Ou montando uma coalisão para unir o Agreste e o Sertão, pensando em já fortalecer uma aliança robusta e com musculatura, para enfrentar os “plutocratas e aristocratas” que comanda o estado como uma “ditadura” ou uma “monarquia absolutista”, mesmo sendo ciente, que parte dessa gente, já serviu aos mandatários palacianos do Estado? 

Boa parte dos eleitores pernambucanos já acenam para um dilema que devia ser resolvido de maneira mais sensata, votar em Lula e em quem ele indicar já foi uma armadilha provocada pela tal Federação, o que pode melar ou não o projeto socialista, mas já foi uma isca jogada para pescar o peixe. O outro dilema é como irar se comportar aqueles que são contra o negacionismo e se declaram antipetistas, quem ocuparia em Pernambuco o espaço que seria deixado por Lula e Bolsonaro? 

Pois é. Pernambuco é mesmo uma resenha e nos dar arrepios só em pensar que vamos continuar sendo o mesmo gado marcado da Dinastia Campos. 

E a regra no comando da hierarquia do PSB de Pernambuco é: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Regra básica das ditaduras. 

Deus nos guie para que uma luz no fim do túnel apareça e não nos guie para o mesmo caminho. Senão, estamos lascados.


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