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OPINIÃO: CRÔNICA DE UM NOVO TEMPO



N

em que se disfarce e nem que tentem me convencer com adjetivos e superlativos fantasiosos a verdade e a luz dos olhos dessa gente vislumbra perfeitamente a escuridão de um tempo.  

Tempo que não volta mais e tempo que não está para chegar. Tempo que foi dado para que muitos reconheçam que não merecemos somente afagos medíocres e cheios de devaneios, merecemos ações, determinações e realizações. A nossa cidade, o nosso município e o povo que nele habita, precisa de uma resposta urgente e não de cartinha digital endereçada àqueles que fazem barulho porque é parte integrante de grupo em que só enxerga contrariedades. E qual o governo que não tem oposição e qual defensor não faz a vez de porta voz, posando de bom moço, honesto e que não é acostumado com os benefícios dos serviços públicos, quando fora sempre mensageiro do poder. 

Quem gostaria de assistir ao caos numa terra que sabemos que amamos. E quem não gostaria de entender a mesma cantilena, os mesmos dilemas para os mesmos problemas de sempre.  

Ser centrado, compenetrado e assertivo, é ser ágil, transparente e destemido e não apenas se iludir com os que os cercam para criar um mundo de fantasia e de maquiagens. Palmas, palmas, o exército dos aplausos e das ovações está sempre em continência para aplaudir e honrar com queimas de rojões os feitos que ainda não aconteceram. Filme antigo e que outro exército mais aglomerado e sem as segregações atuais, fizeram e conquistaram o trono por muitos anos, e a película era de fazer qualquer exército se render, pois da ficção tentavam transformar em realidade.  

Feitos acontecem mais nada ainda concretizados como realização da casa para tentarmos entender a mágica de passar incólume e despercebido simplesmente porque todos são submetidos, inclusive nós, ao jugo do andar de cima.  

A vitória pode até ser vista como “grandiosa”, mas é preciso fazer dela a substância intrínseca para que ela não seja apenas um prelúdio de uma derrota.  

Conquistas foram poucas se não as conseguidas para sanar o pouco que fizeram. Conquista precisa ter a vitalidade da força, da aprovação, da magnitude alcançada e da extensão desejada. Conquista não é a prova cabal quando atingimos apenas uma parte e sim um todo. E mesmo o mais ferrenho opositor terá que se render a causa quando ela atingir a sua complexidade. Não vemos infelizmente isso. Não assistimos infelizmente o despertar de quem diz preferir o trabalho.  

Enquanto isso, aguardamos pacientemente a disparada, a caminhada rumo ao desenvolvimento, sem os atropelos e sem as mesmas ações indesejadas para que a propaganda de nossa Princesa do Sertão volte a colocar ela na rota da cidade do gesso.  

Enquanto isso os mesmos métodos, as mesmas práticas da “política pequena” e antiquadas, continuam a distribuir as cartas de acordo com os interesses de alguns em detrimento de outrem.  

Não culpo os políticos e nem as suas atitudes, porque parte do nosso povo comunga com elas e eles são republicamos e democráticas, eleitos para satisfazer tudo que não reza a cartilha da forma e do regime dos quais somos vítimas e não os beneficiados.  

Aplausos, para um novo tempo, pode ser que ele chegue e cale a boca do blogueiro. Eu estou esperando para aplaudir e não serei covarde quando precisar. 


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